Loucura, Religião e Demônio

   O portal Globo.com publicou hoje que uma mulher matou o filho em um ritual que ninguém sabe definir se é de magia negra. A questão que quero abordar é a seguinte, até que ponto as pessoas vão com a questão religiosa? Acredito que isso não venha talvez ser considerado religião, mas algum motivo fervoroso ligado à uma crença deve ter. E por que a morte esta inclusa?

   A Bíblia e tantos outros livros sagrados para os seus fiéis falam e sacrifícios, o sacrifício humano não sei dizer se em algum momento aparece, mas nas tradições politeístas de culturas bastante antigas existiam, será que é possível se influenciar por isso?

   Se não é religião, poderia ser loucura? Talvez, mas o que não entendo é o porque de ninguém ficar "louco" para o "bem", alguém já viu alguma notícia dizendo que um louco entregou toda a sua furtuna à um mendigo?

   A última questão, e que na minha opinião é a mais polêmica, seria uma obra do demônio? Religiões creditam o mal ao Diabo e o bem à Deus, eu prefiro entender que o bem e o mal são questões pessoais, ninguém puxa o tapete de outro porque tá possuido pelo demonio, é falta de caráter mesmo, uma questão extremamente pessoal, ligada a educação, convívio social, entre outras coisas, menos religião.

   Agora, se você chega a mesma conclusão que eu, ou seja, nenhuma, deve ter a mesma preocupação, as coisas estão ficando completamente fora de controle de uns tempo pra cá.



Escrito por Felipe Rariz às 11h18
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Informações

 

   Duas coisas que muita gente não sabia:

Uma que o Daniel San tocava guitarra, e outra que o Barack Obama, presidente dos States, era garoto propaganda da Pan.



Escrito por Felipe Rariz às 11h26
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o fim das coisas

   Essas semana tem feriado, eu vou terminar as provas, a doutora vai terminar o trabalho dela e parar com esse negócio de plantas tóxicas, ela ainda sofre mais um pouquinho, ainda vai fazer as provas, eu não, termino as minhas e pronto. Ela vai salvar algumas vidas, eu não, ela vai ganhar bem, eu não... justo ou injusto eu não sei, mas é relativo, com certeza relativo.

Escrito por Felipe Rariz às 11h15
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Rompeu-se a regra

    Foi sempre assim, olhava na certidão e via aquele nomezinho no final, todo mundo sabe o que ia acontecer...

  Até que ontem um Rariz se deu bem numa prova e pode mudar o destino à que as últimas gerações dessa família pequena estava fadada.

  Eu que fui o mais ortodoxo de todos, passei praticamente da oitava série até o terceiro ano do ensino médio, em recuperações e conselhos de classe, tive uma conduta disciplinar questionável, vejo hoje o mais novo de todos fazer tudo ao contrário, por que ele só tem uma nota vermelha em toda vida escolar? Enquanto eu tive dezenas delas, mais vermelhas que azuis, ele quebra a escrita.

 Mas tudo bem, PARABÉNS EM LETRAS MAÍUSCULAS!!!!

 Uma coisa é certa, de um Rariz espera-se tudo, menos a burrice, hoje não tenho a mesma conduta como na escola, trabalho bem aqui na empresa, tenho confiança que faço um serviço de qualidade, assim como todos os outros Rarizes fazem, eu acho rsrsrsrs. E na faculdade também, sei que estudo a única coisa que gosto de estudar, e por isso é mais fácil que fazer contas ou decorar fórmulas.

  PARABÉNS EM LETRAS MAÍUSCULAS, também pro lado oriental da família, porque tem gente lá que mandou super bem na porva também!

Essa nova geração desempolga os Antigos, Sei que o Luiz pai, o filho e a filha, todos Rarizes, não eram tão ortodoxos quanto foram a geração seguinte, de Augustus Caius e Felipus... tá certo que Henriquos veio na mesma remessa, mas algum tempo depois... o ano de 94 não fez bem às crianças.

 



Escrito por Felipe Rariz às 11h06
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Por uma festa negra

   Sabe muito se fala em festa das nações e tal, a pouquíssimo tempo tivemos as comemorações dos 100 anos da imigração japonesa, vira e mexe tem uma festa italiana por aí, San Genaro, Acheropita, etc. Mas por que não uma festa inteiramente Afro? O Brasil é o país que tem a maior população negra fora da África, fruto da escravidão.

   O Povo negro, diferente de todos os outros, não veio pra América tentar ser feliz, lá na África por incrível que pareça estava melhor pra eles. Já o português, espanhol, italiano, japonês, alemão, e tantos outros, vieram pro Brasil por que na Europa e na Ásia estava pior, vieram para cá trabalhar, ser patrão. E o negro? Veio ao Brasil pra ser escravizado, chicoteado, humilhado, ser obrigado a desfazer de suas crenças e sua cultura.

  Dia 20 é o feriado da conciência negra, ao contrário do que muitos acham, não é um feriado que aponta mais ainda a diferença racial, é um mínimo de homenagem a ser prestada a esse povo, que como canta a música "não tinham direitos nem escolas, como podiam registrar as sua glórias, nossa memória foi contada por vocês e é julgada verdadeira como a própria lei, por isso temos registrado em nossa história uma mísera parte de nossa memória, e é por isso que não temos sopa na colher, e sim anjinhos pra dizer que o lado mal é o candomblé..."

  Mas muito ainda deve ser esclarecido a opinião pública não sabe de muita coisa, e como é de costume dela, atacam com juízos mal feitos sem saber o real valor das coisas, informação nunca é de mais, mas se fazem festa à um inconfidente que sequer libertou o país de alguma coisa, que mal tem em festejar a vitória de um povo? De uma raça?



Escrito por Felipe Rariz às 09h21
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