Macaco Simão censurado

As vezes a ignorância das pessoas impede que o bom humor seja feito e divulgado.

 

Segundo nota do jornal o Globo e lido no portal Comunique-se por este jornalista (falta 1 semestre mas como acabou a obrigatoriedade me auto atribuí essa condição), a atriz Juliana Paes processou o colunista José Simão da Folha de São Paulo ao ponto de este não poder sitar mais o seu nome em sua coluna.

 

Simão em uma de suas colunas disse que a Juliana não era Casta, em referência á novela Caminho das Indias, onde a atriz é protagonista. Acontece que na India "Casta" diz respeito a organização social das pessoas, enquanto no Brasil "Casta" se relaciona à castidade, motivo pelo o qual o jornalista fez o trocadilho.

 

Como bem lembrou Marcelo Tas no seu blog, é no mínimo estranho ver uma pessoa que já mostrou o rabo pra todo mundo numa revista, ficar puta por causa de uma piadinha. Talvez seja porque a piada do Simão não lhe rendeu alumas cifras no bolso.

 

Agora quem fica ruim na parada é ela, e burra porque perde um pouco da sua divulgação gratuita.

 

Quem acha que a Lucianta Gimenez, como o Simão chama a apresentadora Luciana, é burra está enganado. A apresentadora que é sempre bombardeada pelo humor ácido do jornalista, consegue fazer uma onda e garantir sua imagem na televisão se dizendo burra, mas não sendo. Porque que qual mulher aqui recebe pensão do vocalista dos RollingStones? É casada com o dono da Rede Tv? Burra são as outras que engravidam de presidiário.

 

Sou completamente contra essa de ficar putinho com a zoação, o que tem de bom censuram.

 

 

 

 



Escrito por Felipe Rariz às 13h09
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Rauzito

Hoje estava e ainda está, ao menos no momento em que escrevo, muito frio e nesse frio que se faz avistei  pela manhã um homem vestindo uma camiseta e bermuda jeans, calçando um sapato sem meias.

 

Até aí poderia ser qualquer maltrapilho dessa cidade, mas o que era divertido nele era a cara e o estereótipo que tinha, qualquer um que o visse teria a mesma impressão que a minha, o sujeito era a cara do Raul Seixas.

 

Aquele cabelo meio cheio, crespo, escuro e com muitas voltas feitas pelos seus fios, somado ao cavanhaque não deixavam negar a aparência. Mas o que sintetizava todo o contexto estético do homem era a sua camiseta, preta com o símbolo da sociedade alternativa.

 

Divertido ver uma pessoa assim logo pela manhã, um sózia que deveria estar "fritado" há algum tempo, porque já não sentia mais frio.

 

 



Escrito por Felipe Rariz às 08h15
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Chega já deu

Desde que o Michael morreu nunca mais postei nada, e agora que voltei digo: Chega de homenagens à ele, já encheu.

 

O Senso Incomum ficou inativo por um tempo por falta de criatividade, mas parece que aos poucos ela vem retornando, e se ser criativo é ser inteligente eu andava meio burro nesses tempos.

 

Ontem foi o dia internacional do Rock e andando por pinheiros, isso porque eu fui trabalhar lá, só ouvi uma música de Rock n' roll, do AC DC, porque nas lojas tocavam aquelas musiquinhas que parece de  elevador, uns pagodes e Michael Jackson. No meu carro era Doors, pra compensar tudo.

 

Descobri também que batata gratinada e panquecas combinam bem no almoço, mas se exagerar no molho da caganeira.

 

No feriado fui pra Trindade RJ e comprei uma camiseta de tartaruga, em homenagem ao Senso e consequentemente à minha doutora que se parece muito com ela.

 

A viagem foi bacana, foi uma  turma de amigos legal, porque o que seria da gente sem os amigos? pra quem eu iria pedir dinheiro? .... Devo muito à eles!

 

E por falar em dever, como andei sumido dos blogs vou sortear dois iPhone 3G, para o comentário de número 666 neste post.

 

E não vale comentários como "seu blog é legal", mesmo porque ele não é, ou "vamos fazer uma troca de banners", porque troca troca se faz de menino depois é viadísse já, e também não vale ficar copiando e colando os comentários, porque ao contrário de quem vai fazer isso, eu não sou burro.

Ontem foi dia do Rock, hoje eu defini como o dia do Saca Rolhas.

E por fim, vou almoçar lingüiça com tremas, porque minha mãe não adequou as receitas dela com a reforma ortográfica.

 

 

 

 

 



Escrito por Felipe Rariz às 10h07
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